“A vida é uma obra aberta ou por que eu lembrei de Evaldo Braga”


Existe gente séria pesquisando e fazendo teoria sobre a música brega, gente que não se deixa levar pela armadilha do estereótipo calcado no preconceito de classe.

Não é minha intenção teorizar sobre o brega, apenas lembrei de Evaldo Braga por causa dessa música:

Eu não sou lixo
Para você querer me enrolar
Eu não sou lixo
Pra você fora jogar meu bem Você fez coisas

Que eu nunca hei de fazer
Só peço a Deus, amor
Que me faça te esquecer

… e tinha outra dele, muito tocada nas rádios setentistas: Sorria, Sorria, Sorria. O rapaz teve uma biografia aguda e meteórica.

Nasceu no Rio de Janeiro, foi deixado numa lata de lixo pela mãe. Resgatado, foi mandado para um orfanato, onde, coincidência eletiva, cresceu junto ao futuro artilheiro, centroavante e dublê de beijar-flor, Dario Maravilha.

Muito jovem se tornou ídolo popular, no rescaldo da jovem guarda.

Evaldo faleceu muito cedo em acidente de carro em 1973 na Br- 03.

Foi desse seleto grupo de cantores populares que fizeram a diferença e musicaram a vida de muita gente…

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