“Nasceu Itamar”


(Meu bem,) Bem que você podia
Pintar na sala
Da minha tarde vazia
Como na poesia

 Ausência – Itamar Assunção


Sempre que posso, falo de Itamar Assunção e não vou cansar. É como se faltassem reverências à sua grandeza. Palavras se repetem e não traduzem, sabemos. Ainda mais para ele que pinçava palavras e unia aos sons, geniais. Itamar do Paraná e da Penha, e me perdoem o trocadilho, nego dito. Na vida: “ópios, édens e analgésicos”. Itamar não deixou regra três.  Nesse dia, 13, Itamar chegou e daí foi intenso. A maior reverência, silêncio, para tocar a homenagem.

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1 comentário
  1. Enio disse:

    O Blog assim ficou mais arejado,facilitou.
    A matéria do Itamar ta muito boa,
    ele ainda é futurista pra nós simples mortais.
    A filha dele tá por aí

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