“Um dia, um sonho”


Dedicado a Marcio Montarroyos

Não, não é a busca por coerência.

Apregoar afinidades eletivas, emendar a fala de que a magia conspirou? Prever, antever, discursar sobre a consequência, discutir um encontro antes dele acontecer?

Saídas fáceis.

O prólogo se facilita ainda mais quando esse encontro resulta em beleza, a beleza não prevista e definida por ensaios e arranjos definidos.

Um carioca, um mineiro e um cearense.

Percussão, flugelhorn, violão.

O caminho da música de cada um é diverso, não se trata de discorrer sobre as escolhas, as influências, a obra pronta de cada. Não é tão somente geografia e experiência.

O retrato da execução de uma canção, o registro de sua trajetória, a gente capta sozinho, em público. É que muitas vezes esquecemos e lembramos como recado posterior da vida. Guardado, fica para nós, e satisfaz quando podemos jogar no coletivo.

A canção, como tudo, fica bem melhor com o outro.

A música é de Nonato Luiz, o cearense. Na lida vêm Djalma Correa, o mineiro, e Marcio Montarroyos, o carioca que infelizmente nos deixou, eles dão cores à execução.

No instante que jamais poderia ser previsto.

“Um dia, um sonho”:

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