“Nas bordas da Nove de Julho”


Os meninos insistem em chutar a bola, vivem e reinam por um espaço, na beira de toda a negação do lúdico, de toda forma de afastamento coletivo. A cidade e seus meninos buscam a sobrevivência ao se encontrarem e poder fazer juntos coisas que a própria cidade vive negando. O fazer coletivo permite que a cidade sobreviva, e dele saem suas principais belezas. A cidade mora também em breves e soltas imagens de uma manhã de domingo, ou melhor, da soma delas. A cidade respira nas dobras, nas nervuras, nos intervalos. E ela então, infensa, feia e verdadeira, sobrevive.

E os meninos jogam na cidade…

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