SBC, 460, minha Glasgow batateira”


Hoje SBC faz 460 anos. Quarenta e sete vivi aqui. A proximidade da capital paulistana faz SBC parecer uma antesala, um lugar de espera.

O fato é que as pessoas vivem aqui e esta “espera” pode atravessar uma vida inteira.

Cidade das batatas, dos móveis, do trabalho, industrial, pós industrial, que se expandiu, criando tantas outras cidades dentro de si, nos morros, à beira da represa, legal, ilegalmente, à revelia, à luz da conivência.

Uma cidade tão intrincada que qualquer intenção de defini-la acaba em pretensão.

E era simples quando eu era menino, onde a minha cidade era o caminho entre a Avenida Kennedy e a Vila Euclides. A saída de casa e a chegada no Largo Santa Adelaide na casa do seo Pedro e dona Maria Augusta.

Desde lá a cidade me contrariou várias vezes, me alegrou, e bem ou mal fiz das suas ruas um cenário de vida. SBC, 460, e esta manhã cinzenta como tantas dessa história, parabéns minha Glasgow batateira.

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1 comentário
  1. arnobiorocha disse:

    A SBC transformada em poesia e ideal.

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