“Entre Copas”


Em 1970 eu tinha quatro anos. Tostão, segundo familiares, era o jogador que eu sempre citava. Lembro de uma chuva e de uma agua barrenta que cobriu a avenida que eu morava, foi minha primeira Copa.

De lá pra cá os fragmentos são mais claros.

Em 1974 a insistência em Zagalo e o baile que tomamos da Holanda. Em 1978 campeões morais e o golaço do Nelinho. Em 1982, Socrates, Falcão, uma mágica com trágico desfecho e o choro contido. Em 1986, Josimar, os penalties. Em 1990, Lazaroni e seus mercenários, Maradona. Em 1994, a Copa do cálculo, Romário fora de qualquer cálculo. Em 1998, Ronaldinho sonâmbulo, Zinedine Zidane. Em 2002, Marcos, Rivaldo, e fora isso, a Copa tradição, família e propriedade. Em 2006, um bom time, máscara, França de novo. Em 2010 uma Copa quase, como o Robinho quase, e por fim a Holanda, eterna quase.

Chegou 2014, minha décima segunda Copa.

Satisfação maior é poder ver os jogos com meu pai. Que Neymar e seo Geraldo sejam os campeões.

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