“Sons of silent age”


 

“Sons of the silent age
Stand on platforms blank looks and no books”

Os anos passam e de repente, 49, ontem eu postei aqui uma música do Paddy McAloon (ex-cantor do Prefab Sprout) chamada “I”m 49”, porteira dos cinquenta, fronteira.

De manhãzinha fico sabendo que David Bowie faleceu aos 69 anos, contemporâneo e presente nos meus quarenta e nove.

São vinte anos de saldo, com essa vantagem o rapaz de Brixton preparou uma trilha sonora para vários momentos da minha vida.

Tive privilégios, poderia montar vários set lists emotivos e vibrantes, reverenciar e referenciar, acredito não ser necessário.

Fãs, atentos, fanáticos, haters, indiferentes, a maioria das pessoas deve ter a sua música de Bowie para citar, desnecessário o exercício de erudição pop em plena era liquida.

Teóricos afirmam que David Bowie calculou a sua carreira, as mudanças, as declarações, os visuais, ziggy statdust, thin duke. Plausível.

Caprichoso, ele faleceu poucos dias depois de ter lançado um álbum (no seu aniversário de 69), causado barulho e uma “premonitória” onda de lembranças e retrospectivas na mídia e nas redes sociais.

Resumo o Bowie que carrego nos últimos tempos com uma canção nada nova, 1977. O Bowie dos meus dias que fala tanto dos nossos dias. Valeu!

 

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