“A pausa”


Neologismos e crise andam juntos. O último, proferido por uma sumidade recém aposentada pelo STF, é lapidar pela vergonha que causa, mas soluciona a crise de muita gente.

O ilustre jurista e bissexto poeta citado, criou um termo de contornos jurídicos e históricos, que preencheria eficientemente as necessidades republicanas do primeiro governo de Getulio ou dos períodos aureos dos generais Castelo Branco, Costa e Silva, Médice, Geisel e Figueiredo.

O poeta achou a palavra certa, o jurista a filigrana legal.

O ex ministro do supremo, Ayres Brito, jogou luz nas trevas, cessou a angústia de temers, cunhas, marinhos e frias, deu sentido ao circo midiático de domingo na câmara, endossou a tese do senador serra de que a nova república chegou ao fim, está inaugurado um novo período na história do Brasil, a PAUSA DEMOCRÁTICA.

Historadores, politicólogos, sociológos, filólogos, psiquiatras, sanitaristas, uni-vos, para que nós entendamos a nova fase em que vivemos.

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