“O Rombo”


Não há como duvidar da força das palavras. A palavra pode fazer ruir, renascer, enaltecer, desaparecer, prover, estancar, privar. A escolha das palavras abre e fecha universos . A palavra escolhida da hora é rombo. 
Rombo virou assunto e explicação, nexo. Existem vários rombos disponíveis. O que se quer impor no momento é o rombo das contas públicas. É o rombo imposto com alarde. A velha ladainha do cobertor curto, que aparece do nada sem revelar quem de fato roubou a sua lã. 

Mas, ontem apareceu um outro tipo de rombo. Um rombo de dois meses. Dito assim, parece pouco. Foram dois meses para aparecer uma gravação que abriu um rombo na narrativa do impeachment. 

Senador Jucá, um dos artífices do golpe, o homem de Temer, na conversa com Sergio Machado, expôs varios rombos. Ainda supostos rombos, porém ditos. 

Rombo no judiciário, no executivo, na mídia, nas forças armadas, o rombo do Aécio, pelo dito, por todos conhecido. São várias perguntas a serem respondidas por uma rede de rombos que quer se vender como salvação nacional. 
Querem impor o rombo do arrocho, do desemprego, da perda de direitos como remédio amargo inquestionável e escondem nos próprios rombos as verdadeiras intenções. Pensemos melhor sobre os rombos.

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